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Pix por aproximação deixa de ter teto de R$ 500 a partir desta quinta-feira (01)

O Pix por aproximação deixa de ter, a partir desta quinta-feira, o teto de R$ 500 por transação que valia desde o lançamento da modalidade, em fevereiro de 2025. Com a mudança, determinada pelo Banco Central (BC), os pagamentos feitos ao aproximar o celular da maquininha passam a seguir os mesmos limites do Pix por chave ou QR Code. Esses limites são definidos por cada instituição financeira e podem ser alterados pelo cliente no aplicativo ou no internet banking. A regra foi aprovado pelo BC em 17 de junho. A norma revogou os dispositivos que davam tratamento próprio ao Pix por aproximação e às transações iniciadas sem redirecionamento no Open Finance, como os pagamentos feitos por carteiras digitais. Bancos e instituições de pagamento tiveram até esta quarta-feira para adaptar seus sistemas. Na prática, o fim do teto fixo não elimina os limites. Os bancos continuam aplicando seus próprios parâmetros, com base no perfil de risco e no histórico de cada cliente. O cliente pode pedir aumento ou redução desses valores pelos canais da instituição. Pedidos de aumento podem ser aceitos ou recusados a critério do banco, como já ocorre no Pix tradicional. A mesma instrução normativa também passou a permitir

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Chefe do Cartório Eleitoral de Araripina orienta eleitores sobre regras e cuidados no dia da votação

Com a aproximação do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para este domingo, 4 de outubro, os eleitores devem ficar atentos às orientações da Justiça Eleitoral para garantir uma votação tranquila e sem imprevistos. Em todo o país, as urnas estarão abertas das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. No primeiro turno, cada eleitor deverá fazer seis escolhas: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. Também existem regras específicas sobre manifestações políticas, uso do celular, apresentação de documentos e comportamento dentro e fora dos locais de votação. A Justiça Eleitoral permite a manifestação individual e silenciosa da preferência política, mas proíbe a boca de urna, o aliciamento de eleitores e manifestações coletivas ou ruidosas. Para esclarecer essas e outras dúvidas do eleitorado de Araripina e dos municípios que integram a 84ª Zona Eleitoral, o Jornal da Grande ouviu a chefe do Cartório Eleitoral de Araripina, Jacywande Barros, que explica as principais recomendações e orienta o eleitor sobre como proceder no dia da votação. Agora, confira a matéria completa com Iza Eduarda, do Jornal da Grande, da Rádio Grande Serra FM/Araripina – 98,1. Redação: Blog da Grande Imagens: Jornal da Grande

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WhatsApp lança regras para controle parental no Brasil; saiba como

A empresa Meta, dona do WhatsApp, anunciou nesta quarta-feira (30) uma série de recursos para que pais, mães e responsáveis possam ter mais controle sobre como os adolescentes usam o aplicativo. Os responsáveis vão definir quem poderá ver a foto de perfil do adolescente e quem pode adicioná-lo a um grupo. Também receberá uma mensagem para avisar com quem o jovem está conversando, quando ele for adicionado ou sair de um grupo e quando um grupo do qual ele faz parte adicionar vários novos integrantes. Os pais também poderão escolher qual o tipo de experiência de Inteligência Artificial da Meta os adolescentes terão acesso: a configuração padrão, para maiores de 13 anos, ou uma opção mais rigorosa, com conteúdo limitado. Todas essas configurações só podem ser modificadas por meio de PIN, definido pelo responsável. Apesar do controle, o conteúdo das conversas e ligações continuará privado e protegido por criptografia ponta a ponta. Ao anunciar a mudança, a Meta informou ainda que trabalha em novos controles parentais baseados em pedidos feitos pelas famílias. Criado há um ano, o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente estabeleceu uma série de normas para proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais como redes

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Lei Seca perde espaço nas eleições e vale em apenas 7 Estados neste domingo

A maior parte do país vai votar sem lei seca. Levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) mostra que 18 das 27 unidades da federação não terão proibição estadual à venda de bebidas alcoólicas no primeiro turno das eleições, neste domingo (4 de outubro). A restrição vale para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Piauí. Ceará e Roraima ainda não definiram se vão adotar a medida. Os Estados sem lei seca estadual são Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins. Na Bahia e em Mato Grosso, a venda estará liberada nas capitais, mas alguns municípios vão aplicar restrições. Em Goiás e no Tocantins, a decisão ficou com as zonas eleitorais, e parte dos municípios terá proibição. É o caso de Palmas, onde a restrição vale das 0h às 17h. A lei seca eleitoral não está prevista na legislação federal. Cada estado decide se adota a proibição e por quanto tempo. Por isso, os horários variam bastante entre os estados que mantêm a regra. Para o

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Lula não participará de debate da Globo nesta quinta-feira (1º)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, não participará do debate entre os presidenciáveis promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º), o último da emissora antes do primeiro turno das eleições. A ausência foi comunicada pela assessoria do petista à Globo nesta quarta-feira (30). Com a decisão de Lula, estão confirmados no encontro Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo). O debate será mediado pelo jornalista César Tralli e realizado nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. A transmissão está prevista para começar às 21h30, logo após o Jornal Nacional, com exibição também pelo g1 e pela GloboNews. A emissora reservou a faixa tradicionalmente ocupada pela novela das 21h para o confronto entre os candidatos à Presidência.

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Evangélicos são alvo de disputa, mas rejeitam uso eleitoral de igrejas

Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil “O voto deveria ser do cidadão e não da religião”, afirma o pastor Lucas Oliveira, 30 anos, que atua em uma igreja batista de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A frase do pregador evangélico, em conversa com a Agência Brasil, sintetiza uma das principais contradições reveladas pela pesquisa nacional Religião e Vida Pública no Brasil, realizada pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser), em parceria com a Quaest Pesquisa e Consultoria, divulgada na semana passada. Embora evangélicos e cristãos em geral, incluindo católicos, estejam no centro da disputa política nas eleições de 2026, como também estiveram em pleitos anteriores, a maioria rejeita que igrejas sejam transformadas em espaços de campanha ou que lideranças religiosas indiquem em quem os fiéis devem votar. Segundo a pesquisa, 83% dos entrevistados são contrários à indicação de voto por pastores e padres, enquanto 82% rejeitam a discussão política durante cultos e missas e 90% são contra campanhas eleitorais dentro dos espaços religiosos. Isso, porém, não significa que a religião esteja afastada da política. Para a pesquisadora Lívia Reis, do Iser, a influência, atualmente, ocorre menos pela transferência direta de votos e mais pela formação de valores, identidades

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