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4 de março: Dia Mundial da Conscientização sobre o HPV reforça importância da vacina e da prevenção

 4 de março: Dia Mundial da Conscientização sobre o HPV reforça importância da vacina e da prevenção
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O dia 4 de março marca o Dia Mundial da Conscientização sobre o HPV, uma data voltada ao enfrentamento da desinformação e ao fortalecimento das estratégias de prevenção contra o Papilomavírus Humano (HPV). Considerada uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo, o HPV pode ser silencioso, mas está associado a sérios riscos à saúde, incluindo diferentes tipos de câncer.

De acordo com especialistas, a maioria das pessoas sexualmente ativas terá contato com o vírus em algum momento da vida. Em muitos casos, o organismo elimina a infecção de forma espontânea. No entanto, alguns tipos de HPV podem persistir e provocar lesões que evoluem para câncer, como o câncer do colo do útero, além de câncer de ânus, pênis e orofaringe.

A principal forma de prevenção é a vacinação. No Brasil, a vacina contra o HPV está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes, sendo recomendada, principalmente, antes do início da vida sexual. A imunização é segura, eficaz e protege contra os tipos de HPV mais associados ao câncer e às verrugas genitais.

Além da vacina, o uso de preservativos nas relações sexuais ajuda a reduzir o risco de transmissão do vírus, embora não ofereça proteção total, já que o HPV pode infectar áreas não cobertas pelo preservativo. A realização periódica de exames preventivos, como o Papanicolau, também é fundamental para detectar alterações precoces no colo do útero e iniciar o tratamento adequado.

Apesar das evidências científicas e da oferta gratuita da vacina, ainda existem dúvidas, mitos e resistência por parte de pais e responsáveis. Informações falsas sobre supostos efeitos colaterais graves e a crença de que a vacina estimularia o início precoce da vida sexual estão entre os principais entraves à ampliação da cobertura vacinal.

Especialistas reforçam que a vacina é segura, passa por rigorosos critérios de avaliação e não interfere no comportamento sexual. Ao contrário, representa um importante instrumento de proteção à saúde pública, reduzindo significativamente a incidência de lesões pré-cancerosas e de cânceres relacionados ao HPV.

Para esclarecer dúvidas e orientar a população, a médica ginecologista Dra. Welma Gomes concedeu entrevista à repórter Iza Eduarda, do Jornal da Grande, da Rádio Grande Serra FM/Araripina – 98,1, onde fala sobre a importância da vacinação, os cuidados preventivos e combate aos mitos envolvendo o HPV. A entrevista completa você confere na programação da emissora.

Imagem: Jornal da Grande

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